A falta de vacinação pode levar o produtor a perder toda sua criação – como evitar?

Vacinação em frangos é importante?

 

Ver seu plantel morrer e não poder fazer nada é, sem dúvida, o pior pesadelo de qualquer produtor.

E o mais preocupante é que, na maioria das vezes, esse cenário não começa quando os sintomas aparecem. Ele começa muito antes — de forma silenciosa. Quando o produtor percebe, a doença já está circulando, o desempenho já caiu e, em muitos casos, já não há mais tempo para reverter.

Esse tipo de situação não é raro. Doenças como a Doença de Newcastle já exigiram medidas sanitárias rigorosas no Brasil, mobilizando autoridades e sistemas de vigilância para conter a disseminação. Isso mostra o nível de impacto que um problema sanitário pode atingir — não apenas dentro da propriedade, mas em toda a cadeia produtiva.

Mas o risco não está apenas nas grandes crises sanitárias.

Doenças como Gumboro, Bronquite Infecciosa e Bouba Aviária são extremamente comuns e, ao mesmo tempo, altamente destrutivas. Elas podem entrar de forma discreta, evoluir rapidamente e comprometer todo o lote, gerando perdas financeiras significativas.

Vacinação pode ser a causa do problema?

E aqui está um ponto crítico que muitos produtores ignoram:
o problema nem sempre é a ausência de vacinação — é a execução incorreta.

Muitos acreditam que estão protegidos porque “vacinaram”. Porém, falhas no momento da aplicação, na escolha da via correta ou no intervalo entre doses podem abrir brechas perigosas. Na prática, isso significa um plantel vulnerável mesmo com investimento em vacinas.

A proteção real não depende apenas de vacinar — depende de seguir um protocolo bem estruturado, respeitando os momentos críticos da imunização.

Existem fases que são determinantes para o sucesso sanitário do lote:

No 1º dia, inicia-se a base da proteção imunológica
Por volta de 7 dias, entram reforços fundamentais contra doenças-chave
Aos 14 dias, ocorre a consolidação da imunidade inicial
Entre 20 e 45 dias, a proteção precisa ser reforçada para evitar quedas bruscas
E entre 70 e 110 dias, é feita a blindagem final do plantel antes das fases produtivas

Ignorar ou errar qualquer uma dessas etapas pode comprometer todo o resultado.

Além disso, fatores como estresse, qualidade da água, manejo e até a forma de aplicação (ocular, via água ou injetável) impactam diretamente na eficácia das vacinas.

Ou seja: não basta aplicar — é preciso aplicar corretamente.

A diferença entre um plantel saudável e um prejuízo silencioso está justamente na atenção aos detalhes.

Se você quer evitar perdas, melhorar desempenho e ter segurança sanitária na sua produção, o caminho é claro: planejamento, protocolo adequado e execução precisa.

A AB Araujo pode te ajudar a estruturar esse processo da forma correta, garantindo que sua vacinação realmente funcione — e que seu plantel esteja protegido de verdade.

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